Robson Oliveira esteve no cruzamento das ruas Manoel Pereira da Cruz e Pacífico Clementino, no Centro de Jucurutu,que voltou a ser palco de transtornos para os moradores. Mais uma vez, a tampa de cimento da boca de lobo se quebrou, liberando fezes e esgoto pelas ruas, causando mau cheiro, risco sanitário e um cenário incompatível com uma área central da cidade.
A responsabilidade pelo esgotamento sanitário é da CAERN, que deve realizar o reparo na rede, desobstrução e substituição da tampa danificada. No entanto, a situação também exige um acompanhamento mais rigoroso da Prefeitura, já que a recorrência do problema mostra que o serviço precisa ser feito de forma mais bem planejada e com materiais adequados para evitar novas quebras.
Essa não é a primeira vez que a tampa se rompe, e o retorno do esgoto demonstra que há falhas estruturais que precisam ser tratadas com seriedade. Quando o problema se repete, é sinal de que não se trata apenas de um incidente, mas de uma questão que exige medidas duradouras e fiscalização mais eficiente.
O esgoto escorrendo pelas ruas coloca moradores e comerciantes em risco, expõe a população a doenças e cria um ambiente insalubre em pleno centro da cidade. Por isso, tanto a CAERN quanto a gestão municipal precisam agir com mais firmeza e qualidade, priorizando a saúde pública e garantindo que situações como essa deixem de se repetir em Jucurutu.





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