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Seridoense aparece em organograma como ex-líder do PCC jurado de morte pela própria facção

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Um dos nomes citados no novo mapeamento do Primeiro Comando da Capital (PCC) é o do seridoense Valdeci Alves dos Santos, conhecido como Colorido, natural de Jardim de Piranhas, no Seridó potiguar.

O levantamento, produzido pelo Departamento de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo (Dipol) e divulgado inicialmente pelo repórter Fábio Diamante, do SBT, aponta que Valdeci está entre cinco ex-chefões que hoje figuram como jurados de morte pela própria organização, em meio a um racha interno que expõe disputas na cúpula da facção.

As informações foram confirmadas pelo Metrópoles, com base em investigação que cruzou dados de prisões, movimentações e estrutura remanescente do grupo.

Ex-número 2 nas ruas: Valdeci, o Colorido, já foi apontado como número 2 do PCC nas ruas. Segundo investigações, ele atuou como um dos principais operadores da organização, com envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro por meio de empresas e instituições religiosas.

Hoje, conforme o relatório policial, integra a lista de ex-líderes considerados traidores ou dissidentes dentro da facção.

Estrutura mantém Marcola no topo: O documento também indica que o PCC segue estruturado com um núcleo de liderança formal, tendo como principal nome Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, que cumpre pena em regime de segurança máxima no sistema penitenciário federal.
Os outros quatro jurados de morte

• Além de Valdeci, aparecem na lista:

• Abel Pacheco de Andrade, o Vida Loka – ex-integrante histórico da liderança que entrou em conflito com o comando central;

• Daniel Vinícius Canônico, o Cego – dissidente que se voltou contra Marcola;

• Roberto Soriano, o Tiriça – apontado como principal rival interno de Marcola;

• Wanderson Nilton de Paula Lima, o Andinho – ex-chefe com histórico de atuação em presídios federais.

Estratégia de monitoramento: A atualização faz parte da estratégia das forças policiais para mapear áreas de influência, relações internas e possíveis desdobramentos de violência, tanto nas ruas quanto dentro do sistema prisional.

FONTE : Sidney Silva

Redação

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