Um alerta importante vem das projeções atuariais da Previdência Própria do Município de Jucurutu. O estudo mostra que, a partir de 2031, as receitas previdenciárias não serão mais suficientes para custear as despesas com aposentadorias e pensões dos servidores municipais.
O peso da falta de novos servidores.
Um dos fatores que contribuem para o desequilíbrio é a ausência de concursos públicos. Sem a entrada de novos servidores efetivos, que passam a contribuir mensalmente para o sistema, o fundo previdenciário fica cada vez mais dependente dos recursos já existentes — que não acompanham o crescimento do número de aposentados.
Consequências para o município
Caso o cenário não seja revertido, a conta cairá no colo da Prefeitura, que terá de usar recursos do tesouro municipal (arrecadação de impostos e transferências) para cobrir o rombo. Isso significa menos dinheiro para áreas essenciais, como saúde, educação, infraestrutura e assistência social.
Além disso, o risco de atrasos e dificuldades no pagamento de aposentadorias e pensões se torna cada vez mais real, afetando diretamente centenas de famílias que dependem da previdência municipal.
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