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Política

Superlotação e comida estragada: senadores avaliam ‘risco de morte’ se Bolsonaro for para Papuda

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O grupo de senadores da Comissão de Direitos Humanos registrou no relatório sobre a Papuda que, na ausência de médico no posto de saúde do complexo, que funciona de segunda a sexta-feira, até as 17h, cabe a um policial penal fazer a triagem inicial de um preso que apresente sintomas ou necessidade de socorro.

O agente deve tentar avaliar a gravidade do caso para decidir se aciona o SAMU ou pede escolta de emergência para levar o detento à unidade hospitalar externa, que no caso da papuda, tem como referencia a UPA da região administrativa de São Sebastião.

Além da ex-ministra, participaram da visita e assinam o documento Eduardo Girão (Novo-CE), Izalci Lucas (PL-DF) e Marcio Bittar (PL-AC). “Ao ser colocado no sistema prisional regular, no mesmo complexo em quem estão segregados condenados por crimes combatidos em seu governo, o risco de um novo atendado contra a sua vida não pode ser desprezado“, dizem os senadores sobre a prisão de Bolsonaro.

O documento também pede que o ministro Alexandre de Moraes mantenha o réu em prisão domiciliar por “questões humanitárias e de segurança”. Eles também afirmam se preocupar “com a indevida e vexatória exposição do Brasil no cenário internacional”, referindo-se ao “risco de morte” de Bolsonaro se ficar encarcerado em alguma das alas visitadas pelo grupo.

O grupo de senadores da Comissão de Direitos Humanos registrou no relatório sobre a Papuda que, na ausência de médico no posto de saúde do complexo, que funciona de segunda a sexta-feira, até as 17h, cabe a um policial penal fazer a triagem inicial de um preso que apresente sintomas ou necessidade de socorro.

O agente deve tentar avaliar a gravidade do caso para decidir se aciona o SAMU ou pede escolta de emergência para levar o detento à unidade hospitalar externa, que no caso da papuda, tem como referencia a UPA da região administrativa de São Sebastião.

Condenação de Bolsonaro

Jair Bolsonaro foi condenado a uma pena de 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por sua participação na trama golpista após as eleições de 2022. No entanto, ele ainda não iniciou o cumprimento da pena porque a defesa tem direito a apresentar novos recursos, o que impede a execução imediata da sentença.

Redação

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