Quem caminha pelo Dique de Proteção de Jucurutu se depara com uma cena que causa indignação: restos de fogos de artifício utilizados nas festividades de fim de ano ainda permanecem espalhados pelo local.
O lixo está concentrado principalmente próximo à escadaria e à passagem molhada que liga o Centro à comunidade Velame, área bastante frequentada por pedestres.
A situação chama atenção não apenas pelo descaso ambiental, mas também pelo risco à segurança e à saúde da população. O dique é um espaço usado diariamente para caminhadas, ciclismo, atletismo e outras atividades físicas, além de ser um importante ponto de lazer da cidade.
Diante do problema, moradores cobram uma ação imediata pela Secretaria de Serviços urbanos, para que seja feita a limpeza do local utilizado para a queima de fogos realizado pela prefeitura. A população espera que o poder público não transfira a responsabilidade para o DNOCS, mas atue de forma direta para garantir que o dique permaneça limpo, seguro e adequado ao uso coletivo.
Mais do que um cartão-postal, o Dique de Proteção é um espaço de convivência e qualidade de vida. Manter o local limpo é uma questão de respeito à população e ao meio ambiente.
Será que vão dizer que o lixo da queima de fogos, a limpeza tem que ser feita pelo DNOSCS?





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