Na Ășltima sexta-feira (06), um episĂłdio de violĂȘncia registrado em vĂdeo e amplamente compartilhado nas redes sociais causou indignação e revolta em Triunfo Potiguar, no interior do Rio Grande do Norte. As imagens escancaram a brutalidade e a crescente banalização da violĂȘncia no cotidiano da cidade.
No vĂdeo, o jovem que aparece inicialmente sentado no meio-fio Ă© o agressor. Ele aborda outra pessoa que passava pelo local em uma bicicleta â supostamente menor de idade â e, apĂłs questionar âEi, cara, vocĂȘ estava falando de mim por quĂȘ?â, levanta-se de forma repentina e parte para a agressĂŁo desferindo muitos socos.
A vĂtima cai ao chĂŁo e continua sendo atacada por alguns instantes. A cena se torna ainda mais chocante pela postura de quem grava o vĂdeo, que em vez de tentar conter a violĂȘncia, incentiva: âDeixa rolar, deixa rolarâ. As agressĂ”es sĂł cessam quando Ă© mencionada a aproximação de um policial, o que indica que o agressor nĂŁo parou por consciĂȘncia, mas por medo da autoridade.
Diante da repercussĂŁo, uma nota de repĂșdio foi divulgada nas redes sociais, classificando o ato como covarde, violento e inaceitĂĄvel. A manifestação reforça que nenhuma forma de violĂȘncia pode ser tratada como algo normal, especialmente quando envolve jovens e acontece em plena via pĂșblica.
O caso expĂ”e a urgĂȘncia de açÔes firmes das autoridades, tanto na apuração dos fatos quanto na responsabilização dos envolvidos. A população de Triunfo Potiguar estĂĄ abalada e cobra justiça.
â ïž ViolĂȘncia nĂŁo pode ser tolerada, relativizada ou incentivada. Ă crime. Ă trauma. Ă um alerta.




Adicionar ComentĂĄrio